arte na periferia: Cinema de Quebrada
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1 de outubro de 2012

Mostra no CINUSP revela o cinema feito na periferia

em cartaz de 1º a 5 de outubro, 1ª MOSTRA DE CINEMA DA QUEBRADA NO CINUSP conta com a pré-estreia do filme 5x Pacificação, que aborda a ação da UPPs do ponto de vista de moradores de comunidades do Rio de Janeiro
Entre 1º e 5 de outubro, o CINUSP Paulo Emílio promove a 1ª MOSTRA DE CINEMA DA QUEBRADA NO CINUSP, reunindo 22 produções, entre curtas e longas-metragens, que têm como cenário a periferia de grandes cidades brasileiras, protagonizadas e realizadas por pessoas que também vivem nessas áreas. Trata-se de um recorte que busca atestar a diversidade e a qualidade da produção audiovisual independente produzida por artistas e coletivos periféricos, que conquistaram o espaço e os meios para retratar por conta própria a realidade em que vivem e agora caminham a passos largos para inserir esta produção também nos canais de difusão audiovisual tradicionais.

9 de outubro de 2010

Lançamento Curta Saraus na Cinemateca Brasileira

 
Curta Saraus apresenta um paranoma dos Saraus realizados nas periferias de São Paulo. O Curta tem como proposta discutir com os artistas locais a cultura e transformação social por meio da arte. Construindo uma coletânea da produção cultural da periferia e apresentando o olhar de uma nova geração que vem produzindo audiovisual em São Paulo.

Quando: dia 20 de outubro de 2010 às 18hs

Onde: Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso 207,
Vila Mariana – São Paulo
Entrada franca

acesse:
www.curtasaraus.blogspot.com

22 de fevereiro de 2010

Cinema de Quebrada no Quinta as Oito


Cinema de Quebrada no Quinta as Oito - Cinebecos e NCA

6 de dezembro de 2009

Cinema, sociedade e vida na periferia

Cinema, sociedade e vida na periferia
 
A arte produzida nas periferias de São Paulo, tirante o samba, gênero musical que deita longas raízes na cultura popular tradicional brasileira, já nasce moderna. Basta olhar a atual produção artística na área do audiovisual, da música e da dança, realizada pelos seus ilustres membros, na maioria jovens na faixa dos 16 e 30 anos, para termos certeza da força modernizadora da comunidade juvenil periférica.
E essa modernidade reside justamente na capacidade dessa arte promover um trabalho em duas direções distintas, mas indissociáveis: primeiro, o de recriação - por meio de novas linguagens e tecnologias – de modalidades culturais e artísticas do passado, e, segundo, o de orientação de um discurso edificante de uma sociedade plural, diversa e tolerante.
O bairro Cidade Tiradentes, localizado na Zona Leste de São Paulo, a 35 km do centro da cidade, é um desses casos em que o moderno se encontra com o passado étnico, cultural e ecológico do lugar. Lá tive a oportunidade de conhecer, no presente ano, além da paisagem natural exuberante da Mata Atlântica, uma equipe de profissionais negros do audiovisual.
À frente da agência “Filmagens Periféricas”, eles têm no currículo, entre outras peripécias, a realização da cobertura vídeo documental da 4º edição do “Prêmio Ethos de Jornalismo – Empresas e Responsabilidade Social”. Mas o melhor do trabalho deles está no olhar polissêmico que lançam sobre uma realidade que, tirante o verde da mata, é aparentemente monocromática.
Explica-se: diferentemente dos bairros-jardins da burguesia paulistana, da primeira metade do séc. 20, a Cidade Tiradentes, apesar da sua arquitetura monofuncional e produtivista - um aluvião de condomínios da Cohab e do CDHU - não procura apagar ou silenciar o seu passado. Nem tampouco reproduz a racionalidade e a disciplina dos bairros operários construídos pelos industriais no melhor estilo fordista, no decênio de 1920.
Outrossim, grita por todos os poros desse bairro a ascendência luso-africana e indígena; ancestralidade que se revela não apenas na cor da pele escura, no cabelo crespo e no cotidiano das ruas cheias de crianças correndo pra lá e pra cá, mas no olhar plural que a população lança sobre a realidade e que agora pode ser revelado através da câmera de filmagens.
Inicialmente, a Cidade Tiradentes nasceu como bairro improvisado, ou melhor, um lugar provisório, na falta de um destino certo para populações de destino incerto da São Paulo dos anos de 1950. Multifacetada, tal população era na época constituída de migrantes nordestinos, desfavelados, vítimas das enchentes e deslizamentos, falidos e desvalidos, negros, índios e aventureiros que, em meio aos ventos da modernização do centro, foram lançados para essa região periférica da cidade que se abre como uma clareira no interior da Mata Atlântica, e que ainda conserva cristalinamente a nascente do rio Aricanduva.
Tal pluralidade cultural, populacional e étnico, que compõe a realidade da Cidade Tiradentes, transforma-se em elemento de composição dos curtas-metragens e dos documentários da equipe da “Filmagens Periféricas”. Mas sempre como algo que está, fatalmente, condenado ao desaparecimento e à morte.
É, por exemplo, o que percebemos no curta “Não pedi para nascer” (2003), que fala da relação da mãe solteira e seu filho em meio ao mundo das drogas, da prostituição e do trabalho infantil.
 É o caso também de “Mão na obra” (2003), que trata da questão do gênero e o mundo trabalho. “Vida Loka” (2003) não fica de fora. Abordando temas tais como mãe solteira, desemprego e prostituição nos conduz a uma discussão sobre as neuroses vividas por quem está afundada nesse universo.
Para uma melhor compreensão dessa relação entre cinema, sociedade e vida na periferia fui até a “Filmagens Periféricas” e conversei com Tio Pac, André e Marilze, os percussores dessa iniciativa. Confira parte do nosso bate-papo na entrevista a seguir:
Rea – Falem um pouco da história de vida de vocês, desde a infância até o encontro com o cinema.
Tio Pac – A minha infância foi igual à de todo negro que nasce e vive na periferia. Entrar na vida dos adultos muito cedo é regra. Ainda moleque comecei a trabalhar - fui engraxate, vendedor de sorvete, office boy etc. Aos quinze anos entrei no Senai e aos dezessete me formei decorador ceramista. Um ano depois, sofri um acidente grave durante um jogo de futebol na empresa. As seqüelas do acidente foram interpretadas como invalidez pela rh da empresa e fui demitido. Diante disso, entrei em depressão. Procurando uma saída, aos dezenove fiz um de técnico eletrônico. O meu pai me incentivou muito. (A família é muito importante pra segurar a onda). Logo depois me amasiei e tive três filhos. Acho que essa experiência pessoal me levou a uma preocupação com o próximo, o que me levou a desenvolver trabalhos sociais. Foi assim que surgiu a idéia de fundar, junto com a Marilze e outros, o “Grupo Ecológico e Cultural Tio Pac”. Foi nesse período que entrei em contato com o cinema. Incumbidos de passar o filme “O bicho de sete cabeças” para a comunidade, acabei fascinado por toda aquela parafernália. Hoje sou um profissional do audiovisual.
Marilze – Acho que é isso. A minha história não difere muito da do Tio Pac. A não ser o fato de ser mulher. Também tive que ter responsabilidade de adulto cedo demais. Certo que não tive que trabalhar fora de casa, mas cuidava da casa e dos meus irmãos novos enquanto meus pais trabalhavam. E não foi moleza não! Não sei hoje, mas, na minha época, quase todas as meninas da minha idade viviam isso. Aos dezenove, casei e aos vinte e três estava divorciada, desempregada e dois filhos para criar. Foi então que conheci o Tio Pac e o cinema. Nessa época fiz muitos cursos e oficinas de audiovisual oferecidos pela Knoforum nas dependências da Mocuti (Movimento Cultural da Cidade Tiradentes). Sou produtora, atriz e roteirista.
André – Bem, a minha trajetória é um pouquinho mais complicada. Sou filho de pais separados, e, até os dezesseis anos, fui interno da Febem. Depois disso, fui morador de rua, onde, incrivelmente, entrei em contato com o teatro e a dança. A cultura hip hop também é dessa época. Em 1994, vim pra cá, Cidade Tiradentes, e participei com os dois (Marilze e Tio Pac) dos cursos da Mocuti. De lá pra cá só trabalho atrás das câmeras.
Rea – Como nasce a Filmagens Periféricas?
Tio Pac – O grupo Filmagens Periféricas nasce em 2002, após oficinas de vídeo na Cidade Tiradentes. Foi aí que optei em fazer direção e de lá pra cá já participei de vários outros cursos, e dirigi vários curtas.
Marilze – Acho que do encontro de quatro “loucos” e românticos que queriam mudar o mundo com a arte. E essa arte foi o cinema.
André – Foi também à vontade de dar continuidade ao trabalho realizado nos cursos e oficinas de audiovisual aqui no bairro. Multiplicar isso, sabe? Passar pra mais gente, que como nós tem poucas opções e muitas decepções.
Rea – Quais são as referências de vocês?
Tio Pac – Não posso responder pelo grupo, mas creio que seja Spike Lee, no cinema, e 2 Pac, na música.
André – Ah, véio, são muitas. Cacá Diegues, Glauber Rocha ...
Marilze – Putz! O Glauber é o melhor... “Terra em Transe” é louco demais! Olha, têm uns curtas nossos que têm umas tomadas e cortes bem dentro do que ele fazia nos seus filmes.
André – Então... Zita Carvalhosa, essa mulher nos ensinou muita coisa, Spike Lee, Denzel Washington, Eddie Murphy e assim vai...
Rea - Certa vez, Win Wenders disse que com a câmera digital o cinema de autor estava de volta, referindo-se, sobretudo, ao baixo custo de produção que ela permite. Vocês acham que esse barateamento dos processos de produção cinematográfico ajudaria o trabalho dos diretores negros na realização de seus filmes?
Marilze – Sim, nós somos testemunhos disso. Tudo que a gente usa é micro, portátil e, principalmente, barato. Sem falar que rola um pouco de improviso e criatividade por conta da falta de verbas.
André – Vale lembrar também que somos multifuncionais. Somos, ao mesmo tempo diretor, ator, eletricista, secretária, continuísta etc.
Tio Pac – Realmente com o “barateamento” e a tecnologia que estão aí podemos nos inserir, sem nos esquecermos que o produtor e o diretor negros têm que provar mais de uma vez que seus filmes são bons.
Rea – É fato que, no Brasil, os grandes orçamentos e as grandes produções estão nas mãos dos diretores e produtores oriundos da classe média branca. Até quando essa concentração de recursos, principalmente públicos, vai predominar em terras brasilis?
André – Acredito eu que somente quando for criada uma política do audiovisual realmente democrática, porque elaborada por todos os setores progressistas da área. Por enquanto só bandalheira, bacaninha de um filme só embolsando dinheiro a torto e direita.
Marilze – Esse assunto, cara, até me dói no coração. Tem muita grana aí do governo, BNDES, Lei Rouanet, Lei do Audiovisual que vai para os filmes de gente que já tem grana e contato para angariar fundos no mercado. Outro dia li no Estadão ou Folha, não me lembro bem, que os Filmes da Xuxa e do Renato Aragão são recordistas de captação de recursos públicos...[1] Sem falar dos escândalos envolvendo gente como Guilherme Fontes e Norma Bengel. E nós sem nenhum. Não é justo.
Tio Pac – Aí onde eu volto a falar que se nós não dermos visibilidade aos nossos trabalhos isso vai continuar ocorrendo. Vamos divulgar o nosso produto e mostrar para essa sociedade hipócrita que temos nosso público, que é fiel. Vamos colocar nossos produtos nos grandes meios de comunicação – Globo, SBT, Record, Netinho de Paula, Turma do Gueto, Cidade dos Homens...
Rea – A Ong Cufa (Central Única das Favelas), dirigida pelo rapper MV Bill, criou o curso de audiovisual com a participação dos pesos-pesados da mídia brasileira. O que vocês acham dessa iniciativa? Por que a periferia de São Paulo ainda não fez algo parecido?
Tio Pac – Na verdade essa iniciativa é muito boa. Eu acredito que em São Paulo não se organizam ações nesse sentido porque tudo fica no discurso, não temos muita objetividade. Sei que existe muita gente séria e com boas intenções, mas aqui 90% das idéias não saem do papel. Mas eu quero, em breve, formar parceria com a Cufa para Cidade Tiradentes.
André – Isso vai ser muito bom, véio. Parceria forte é o que precisamos. Ilha é que fica no isolamento. Mas acho que até tem iniciativas desse tipo em São Paulo, mas que ficam mais concentradas nas Zonas Norte e Zona Sul, pois lá estão as maiores instituições sociais, como o Instituto Airton Sena, LBV, a Knoforum etc.
Rea – O Instituto Ethos contratou a Filmagens Periféricas para cobrir o “Prêmio Ethos de Jornalismo – Empresa e Responsabilidade Social”, certo? Então me digam: como rolou tudo isso e como é estar do outro lado da câmera?
Tio Pac – Foi uma negociação tensa para o grupo “Filmagens Periféricas”; foi o nosso primeiro trabalho institucional de peso. Mas após as filmagens realmente concluímos que estamos aptos para o mercado. Estar atrás das câmeras para mim é muito interessante. Nesse evento, por exemplo, nós entrevistamos jornalistas que outrora foram nossos entrevistadores. Nesse dia eu estava dirigindo perguntas para eles. Foi muito louco!
André – Fantástico! Passar de objeto da mídia para sujeito me fez sentir potente, realizador...sei lá, algo como uma sensação de poder tremenda!
Marilze – Acho que eu vivi um pouco das duas coisas, pois trabalhei tanto na produção como na filmagem. Quase fiquei louca. Mas valeu. É uma coisa que mexe tanto com a gente, muito corre-corre, gritaria, trombadas, que é preciso parar um tempo para colocar tudo em perspectiva e saber o que realmente aconteceu. Daí a gente vê que foi tudo legal!

13 de outubro de 2009

Cinema de Quebrada

MANIFESTO DO OLHAR VISCERAL


Sou viela, ciranda ou morro.

O corpo. As vísceras.

Reivindicando a alma seqüestrada há mais de 500 anos.

O vídeo-artesão na linha de montagem feita de organismo vivo; gerado da necessidade de representar o universo que nos circunda. O nosso vídeo se faz à imagem esculpida do puro caos ordenado no calor da noção de quem não só filma, mas se filma ao narrar sua própria história pela lente fria da câmera.

O olhar em desintoxicação!Uma ofensa ao pobre cinema-manso, à mediocridade da novela nossa de cada dia.

Nossa estética é a da procura, a do resgate, a do encontro, da experimentação.

Olhar quilombola que ofusca e risca a imagem dos borba-gatos da colonização cultural.Sabotagem na linha de reprodução de estereótipos.

Celebração do personagem vivo, do personagem-alma, da periferia viva.

O encontro entre personagem, espectador e realizador, um na bolinha do olho do outro.

Em busca da cinemateca perdida criamos nossos cineclubes-avessos em bares, escadões, becos, nossas quebradas...

Periferias como centro.

Periferia do universo, do mundo, do país, da cidade, dialogando com nossos sentimentos.

E... nosso nome não é Zé Pequeno!!!!!!!!!!!!!



CINEBECOS, ARTE NA PERIFERIA, NCA e MUCCA

28 de setembro de 2009

3 Semana do Video Popular

III   SEMANA   DO   VÍDEO  POPULAR

de 01/10   >>  04/10
Galeria Olido: CineOlido e Sala Azul
Av. São João, 473
ENTRADA FRANCA




exibições
debates
feira do rolo
exposição de fotos
lançamento da revista do vídeo popular

Todos estão convidados! Grupos e indivíduos atuantes na área audiovisual, interessados em geral!!
A III Semana do Vídeo Popular é um espaço de encontro, exibições, debate e trocas entre todos aqueles que atuam ou se interessam pelo vídeo popular. Serão exibidos programas do Circuito de Vídeo Popular, além de programas especiais de vídeos latino-americanos, franceses e do acervo da ABVP - Associação Brasileira de Vídeo Popular.
 
Esta ação é parte do Projeto do Vídeo Popular, apoiado pelo Programa VAI - Valorização de Iniciativas Culturais e realizado pelo Coletivo de Vídeo Popular, formado por grupos e indivíduos atuantes na área do audiovisual na cidade de São Paulo, e que busca desenvolver ações de fortalecimento destes grupos produtores-formadores-exibidores de Vídeo Popular.
 
 
Compareça! Divulgue
Confira a Programação completa abaixo!



PROGRAMAÇÂO


Dia 1/10 – quinta-feira 

15h - Programa VII – Infantil - Vídeo Popular 
Velho bola murcha - Ani, 5', 2007  
Rodrigo Eba - Grafitti com Pipoca

Um velho colecionador de bolas furadas resolve fazer amizade com duas crianças do bairro.  
 
Sem terrinha em movimento - Doc, 17', 2009
Roteiro e direção Coletivas – Setores de Educação, Cultura e Comunicação do MST
O documentário Sem Terrinha em Movimento, lançado em Maio de 2009, foi construído coletivamente pelos Setores de Educação, Cultura e Comunicação do MST. 
Tudobolô - Doc, 14', 2001 
Diogo Noventa

Documentário lúdico sobre a re-criação e re-leitura de brinquedos futuristas e milenares como escado-de-jacó, corrupio e jabolô, feitos pelo poeta Francisco Marques (Chico dos Bonecos).  

Um amor salgadinho - Ani, 4', 2004
Direção Coletiva - Oficinas Kinoforum
Animação que utiliza predominantemente a técnica da colagem. O desespero e as súplicas de um salgadinho muito especial.  
Sobre frutas e garotas - Ani, 5', 2004
Direção Coletiva - Oficinas Kinoforum

Animação que utiliza predominantemente a técnica "pixilation". Frutas, uma jovem grávida e seu bebê se comunicam com a maior facilidade..  
Nhanhonhama Paulista - Exp, 3', 2007
Diego F.F Soares
A correria da grande São Paulo pede uma pausa para o chocolate,não?!
Acadêmicos do Morrinho Parte 1 - Ani, 4', 2006
Direção Coletiva - TV Morrinho
Minutos antes de entrar na avenida, o intérprete do samba da Acadêmicos do Morrinho, o MC Marquinho, entra em crise e pede conselhos ao mestre Renato, colocando em risco o desfile.  

Acadêmicos do Morrinho Parte 2 - Ani, 4', 2006
Direção Coletiva - TV Morrinho
Acadêmicos do Morrinho entra na avenida e encanta o público. Será que a escola vai ganhar o estandarte?
 

17h – Programa V – Política e Sociedade – Vídeo Popular 
O Preço da luz é um roubo - Doc, 9', 2008
Direção Coletiva - Brigada Audiovisual da Via Campesina 
O atual modelo energético que impõe altíssimas tarifas a ser pagas pela população, expulsa trabalhadores de suas comunidade e agride o meio ambiente é o tema desta produção.  
Marcha dos 5000  - Doc, 9', 2007
Direção Coletiva – MTST

Em 2006 o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto tinha ocupado uma terra por mais de dez anos vazia no Capão Redondo.  
A Luta Continua - Doc, 10', 2008
Direção Coletiva - Movimento do Vídeo Popular - Goiânia - GO 

Vídeo criado pela comunidade do Real Conquista , periferia de Goiânia, e conta a trajetória das famílias despejadas do Parque Oeste Industrial em 2005 até hoje.  

Futebol a arte do Real  - Doc, 10', 2008
Direção Coletiva - Movimento do Vídeo Popular – Goiânia - GO 
“Futebol, a arte do Real" é mais um dos filmes realizados durante a oficina de imagem popular no setor do "Real Conquista" periferia de Goiânia.  

Um fechar de olhos - Dra, 11', 2003
Gilberto Caetano e Arnaldo Malta - Núcleo de Cinema e Vídeo Com-Olhar
Uma mulher ao entrar em um ônibus urbanos impede que um coletor de lixo sente se ao seu lado aflorando as diferenças sociais entre os passageiros.
 

18h30 - Programa X – Vídeo Popular  

Sinfonia das Ondas - Fic, 7', 2009
Turma Cinema Básico 2009/01 - Cinema Nosso/RJ
Escritora de sucesso tem a vida abalada por uma fã.  

Às margens  - Doc, 13', 2008
Direção Coletiva 
Documentário poético sobre pessoas que habitam regiões de várzea e margens dos rios, na periferia de Osasco. 

Freestyle: um estilo de vida... - Doc, 15', 2008
Pedro Gomes - DAP audiovisual

A rima de improviso, o verso feito na hora, um momento transformado em música. Os artistas traçam um panorama do que é o freestyle na cultura hip-hop.
 


Crescemos Somente na Ousadia! - Doc, 24', 2009
Direção Coletiva - Co-produção do Coletivo de Comunicação da Marcha Estadual Maria Cícera Neves do MST-SP e do sítio Passa Palavra
O vídeo "Crescemos somente na ousadia!" foi feito em homenagem aos 25 anos do MST.
 

20h - Programa IV - Comunicação Popular - Vídeo Popular 
Difusão Comunitária Heliópolis  - Doc, 12', 2008
Direção Coletiva - Coletivo Nossa Tela 
A história da rádio Heliópolis, na zona sul de São Paulo e toda sua luta até  conquistar seu direito de transmissão enquanto uma rádio comunitária.  
Cinema de Quebrada  - Doc, 47 min, 2008
Rose Satiko G. Hikiji - Lisa – Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP 
Jovens Moradores da periferia de São Paulo apresentam o cinema como meio de expressão e de reflexão.
 

Dia 2/10 – sexta-feira 
15h - Programa III – Ficções - Vídeo Popular  
Sobreviva - Fic, 9', 2008
Rodrigo Paschoalin - Oficina Básica de Criação Audiovisual e Cineclube Consciência – Jundiaí

Hoje em dia em meio às cidades, dentro de ônibus, trens e carros ou até mesmo no escuro do nosso quarto procuramos alternativas e soluções para nossos problemas.  

O Grande Vencedor  - Fic, 15', 2009
Jucélio Santos - Cine Favela
A história de um menino que não suportando ver a violência sofrida por sua mãe, foge, deparando e vivenciando com outras realidades.   

Pai nosso dos cineastas  - Fic, 5', 2007
Henrique Bouduard

Mensagem de luz e esperança para todos aqueles que produzem a sétima arte.  

Desencontros - Fic, 4', 2007 
Direção coletiva - Fabicine
Em uma noite agitada da Vila Penteado, Zona Norte de São Paulo, dois jovens combinam de se encontrar numa das avenidas principais do bairro, após viverem anos distantes um do outro.  

Katmandu – Por dentro do cotidiano - Fic, 14', 2007
CarlosCarlos – CNSA

CarlosCarlos e Zé Calanga adentram o cotidiano de uma das principais capitais brasileiras.  

A Viagem - Fic, 12', 2006 
Rômulo dos Santos Paulino

Rodrigo é um rapaz de periferia que quer fazer uma viagem com os amigos. Na impossibilidade dos pais o ajudarem, ele encontra outra forma de conseguir o dinheiro.  

69 - Fic, 17', 2007
Thais Scabio - Cavalo Marinho Audiovisual LTDA
Após comemorar seu aniversário com a família Dona Ana começa a refletir sobre sua vida na terceira idade e resolve mudá-la completamente após ver um programa na Televisão.
 

17h - Programa I – São Paulo em Cena - Vídeo Popular  
Narrativas da Sé - Exp, 20', 2008
Diogo Noventa - Companhia Estudo de Cena 

Exercício videográfico em oito cenas realizadas a partir da observação de situações vividas na Praça da Sé em São Paulo. 
Em Busca do Gozo Perdido - Doc, 15', 2007
Alex Mountfort e Fernando Rodrigues Frias - Oficinas Culturais Oswald de Andrade 
O cenário pornográfico do Centro Velho de São Paulo e seus personagens, sob o ponto de vista urbanístico e sociocultural.  
Pari - Doc, 13', 2008
Direção Coletiva - Coletivo Nossa Tela

A história do bairro do Pari (região central de São Paulo) e de diversos personagens que constituem esse ambiente onde está presente a exploração do trabalho de imigrantes na indústria têxtil.  
Na Real do Real  - Doc, 10', 2008
Direção Coletiva - Favela Atitude 

11 de dezembro de 2007. A Prefeitura de São Paulo coordena uma violenta ação de despejo contra os moradores da Favela Real Parque.
 

19h - Programa Francês - Coletivo Kourtrajmé – Internacional  
365 Jours a Clichy Montfermeil - doc, 25'
Projet 28 Milimetres - doc, 15'  
Justice - videoclip, 5 '  
Go Tast - fic, 22 '  
** Após a sessão, haverá  debate.


Dia 03/10 - sábado

14h30 - Encontro de integrantes do Coletivo de Vídeo Popular, Feira do Rolo e Lançamento da revista
 

15h – Programa VIII – Experimental - Vídeo Popular
A Carne  - Exp, 8', 2007
Fernando S. Soares e Rosi – NCA

Uma mãe não se conforma com a morte de seu filho.  
Merreis  - Doc, 17', 2003
Filipe Freitas e Leandro HBL  
Grupos de amigos viajam ao Rio de Janeiro, chegando lá eles se deparam com situações improváveis que lhes remetem ao mundo ficcional.  
Pela Metade  - Fic, 5', 2007
Ana Divino - Cinema de Guerrilha
Ronaldo tenta capturar um evento que se repete em sua vida.
Foi sonhar com ela  - Fic, 5', 2006
Julio Fonte - Cinema de Guerrilha
O fim de uma relação casual leva uma pessoa a diversos tormentos. Sobre a Perda, sobre o tempo, sobre a morte.  
Onomatomania - Exp, 3', 2006
Diego F.F Soares - NCA 
O vídeo entra em conflito através de imagens, para questionar a eleição em São Paulo  
Programa Bola e Arte – Morro de Santa Marta/RJ  - TV, 13', 2008
CarlosCarlos - CNSA
Programa Bola e Arte viaja ao Rio de Janeiro e bate um papo com Fiell, rapper e cineasta morador do Morro de Santa Marta, assim como com outros representantes da comunidade.  
EU 44 - Doc, 5', 2009
Wilq Vicente e Carol Mesquita

Um não lugar, invadido por uma jovem em seu cotidiano. Afetada por algo ou quem sabe um fato, que a faz penetrar através de portas ao que lhe é  desconhecido.  
Tá  me ouvi-vendo?  - Exp, 4', 2009
Rogério Pixote - Cinebecos 
Vídeo com eixo no texto Trabalhadores do Brasil, de Marcelino Freire em diálogo com os filmes Terra em Transe e Di-Glauber, de Glauber Rocha.
 

17h – Programa XI - Vídeo Popular 
Postal da Lapa - Doc, 6', 2009
Oficina de Documentário - Cinema Nosso/RJ
Os arcos da Lapa são conhecidos desde a época dos boêmios, porém, será  que todos sabem na verdade para que eles servem?  

Eu, Você  e o Santa Helena -Doc-fic, 8', 2009
Direção Coletiva - Cineclube Arco de Triunfo / Mundo em Foco
O trabalho pedido por uma "professora" nunca foi tão divertido, com ele duas alunas aprendem na ficção e na vida real um pouco mais sobre a história de seu bairro, o Santa Helena.
 

Amanhã  Talvez  - Fic, 9’, 2009 
Rogério Pixote - Arte na Periferia
Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, tevê, bebida, Talvez amanhã, Manoel.
 


Vaguei os livros, me sujei com a merda toda... - Doc, 27', 2007
Akins Kinte, Mateus Subverso, Allan da Rosa - Edições Toró
O vídeo aborda a presença apodrecida e patética, ou a ausência estratégica de personagens e autores negros. 

Mundo Escola - Doc, 22', 2008
Maísa Paes de Almeida - Danilo Françóia e Maísa Paes de Almeida

O cinema como instrumento pedagógico.
 

19h - Programa Latino II  

20h - Programa VI – ESTRÉIA - Estudo Cena: A República - Vídeo Popular

Estudo de cena: a República - Fic, 90', 2009 

Diogo Noventa - Companhia Estudo de Cena

Parábola da formação da República democrática do país de Jericó. Adaptação do texto “18 Brumário de Luis Bonaparte” escrito por Karl Marx em 1852. 

Dia 4/10 - domingo
14h30 - Encontro de integrantes do Coletivo de Vídeo Popular e Feira do Rolo 


15h - Programa Latino I 

19h
Programa ABVP - Associação Brasileira do Vídeo Popular - Sala Azul 



19 de agosto de 2009

Amanhã Talvez em exibição

FESTIVAL CINEMUNDO – SÃO PAULO

O 20º Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, o Sacolão das Artes, a OMJA (Office Municipal de la Jeunesse d'Aubervilliers) e o NERAMA Audiovisual

APRESENTAM

O 4º Festival Cinemundo Brasil-França

Nos próximos dias 25 e 26 de agosto acontece, no Parque Santo Antonio, zona sul da cidade, uma atividade que reúne jovens brasileiros e franceses e promete movimentar a região. Promovida pela Secretaria Municipal da Juventude de Aubervilliers (OMJA) situada na periferia de Paris, o festival tem apoio da Kinoforum, associação organizadora do Festival Internacional de Curtas de São Paulo, do NERAMA, Núcleo de Estudos e Realização Audiovisual Monte Azul e Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Entre os dias 20 e 24, um coletivo formado por 11 jovens franceses e diversos brasileiros engajados em movimentos culturais da região irão reformar a fachada do Sacolão das Artes num mutirão.

Todo o processo, que acontece entre 9h e 18h, será registrado e dará origem a um making-of, que será exibido no dia 25, às 20h, com a inauguração da nova fachada.

No dia 26, uma série de curtas-metragens realizados por jovens brasileiros e franceses acontecerá nas dependências do Sacolão das Artes. Confira a programação completa.

Serviço: Sacolão das Artes – Avenida Cândido José Xavier, 577 – Pq. Santo Antonio. Informações: 5819-2564 ou 5511-6561.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 25 de agosto:

Horário: 20h. Inauguração da fachada com abertura da mostra de vídeo:

PROJEÇÃO DO MAKING OF DO MUTIRÃO – 25’ - seguido de coquetel (oferecido pelo Consulado Francês) com apresentação musical do compositor e instrumentista: Costela Mendes.



Dia 26 de agosto:

1° Sessão as 16h:

MEMORIAS DE UM PAI - 9’- 2009

Filme de Yoan Chalal (França)

Num cemitério, um homem esta no tumulo do seu amigo morto ha 50 anos..Flash back durante a guerra da Argélia, onde muitos massacres aconteciam na França. Um filme sobre a lealdade.



MESTRES DA GAITA

Direção : Rodrigo Santos Sousa - Brasil (SP) - 10', cor, vídeo, 2008

A importância da gaita e a amizade de dois mestres deficientes, responsáveis pela única orquestra de gaitas da América do Sul.



FIQUE CONECTADO - 7’- 2009

Filme de Louis Philippe Onguelé (França)

Paris en 2012, Réel Carter (lider do movimento Hip hop, que é proibido na França desde 2010) sai da prisao alguns meses antes da eleiçao presidencial. Uma jornalista faz uma entrevista com Reél Carter, mas estamos em periodo de censura.



1º ENCONTRO DE DJS

Direção :Negro JC, Montanha - Brasil (SP) - 10', cor, vídeo, 2009

Vídeo histórico e inédito no Brasil, com a participação de vários DJs do cenário hip-hop paulistano, exaltando a resistência do vinil e promovendo um intercâmbio com a DJ espanhola Delise.


PRECONCEITOS, 12´- 2009

Filme de Amine Guedaiem (França)

Um rapaz que adora fazer piadas, principalmente sobre os judeus. Até que um dia ele se apaixona por uma judia, ele sai escondidos dos amigos, com medo das reaçoes. Presença do realizador



O DONO DO CARNAVAL

Direção :Maria de Lourdes Scabini Lezo - Brasil (SP) - 14', cor, vídeo, 2008

Em uma pequena cidade do interior, um homem disputa com as mulheres o direito de desfilar vestido de baiana no carnaval.



AMANHÃ TALVEZ

Direção: Rogério Pixote - Brasil (SP) - 7', cor, vídeo, 2009

Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, tevê, bebida, Talvez amanhã, Manoel.



GENTE MUDA DE MURO EM MURO

Direção :Mario Cezar Rabello, Patrícia Alencar, Tchê Araujo - Brasil (SP) - 26', cor, vídeo, 2009

Um retrato da produção artística do grupo de grafite Gente Muda, que atua na zona sul de São Paulo.



2° Sessão às 19h seguida de debate com os jovens diretores brasileiros e franceses



DEMAIN C'EST LOIN / COMO SERÁ O AMANHA ? - 14’ - 2007

Filme de YANHOUI Eriola (França)

Numa sanduicheria, enquanto comem, jovens contam seus sonhos, desejos, suas visões do futuro. Jogador de futebol, diretor de uma grande empresa...qual será o real futuro desses jovens? Vencedor do Festival Generation Court 2007.



60 ML

Direção: Bruno Bralfperr - Brasil (SP) - 12', cor, vídeo, 2008

A ansiedade os impulsiona, tudo para alcançar o que mais tem a ver com eles. Largaram o videogame e entraram na academia em busca de resultados e de auto-estima.



MON HALL / Meu Hall - 7’ - 2006

Filme de Hassan STRAUSS (França)

Curta vencedor do primeiro festival generation court, que evoca a vida cotidiana de um hall de um prédio numa cité sua historia, seus habitantes, suas anedotas



DIFUSÃO COMUNITÁRIA HELIÓPOLIS

Direção Coletiva - Brasil (SP) - 12', cor, vídeo, 2008

O filme conta a trajetória da rádio comunitária de Heliópolis, uma favela na zona sul da cidade de São Paulo.


AUBER - 12’ - 2008

Filme de Anissa Alali (França)

Justine, Alex e Joe sao três burgueses que vao à um show de rap perto da estação de metro "auber" em Paris, o que eles não sabem é que o motorista do taxi entendeu Aubervilliers.



SONHO

Direção: Márcio Emilio Zago - Brasil (SP) - 5', cor, vídeo, 2008

A sutil diferença entre sonho e realidade na noite de um garoto.



DEBATE e ENCERRAMENTO.

Presença de Realizadores Franceses e Realizadores Brasileiros

no Sacolão das Artes


Dia 25 de agosto:

Horário: 20h. Inauguração da fachada com abertura da mostra de vídeo:

PROJEÇÃO DO MAKING OF DO MUTIRÃO – 25’ - seguido de confraternização com apresentação musical do compositor e instrumentista: Costela Mendes.


Dia 26 de agosto:

1° Sessão as 16h:

MEMORIAS DE UM PAI -9’- 2009

Filme de Yoan Chalal

Num cemitério, um homem esta no tumulo do seu amigo morto ha 50 anos..Flash back durante a guerra da Argélia, onde muitos massacres aconteciam na França. Um filme sobre a lealdade.

MESTRES DA GAITA

Direção : Rodrigo Santos Sousa - Brasil (SP) - 10', cor, vídeo, 2008

A importância da gaita e a amizade de dois mestres deficientes, responsáveis pela única orquestra de gaitas da América do Sul.

FIQUE CONECTADO -7’- 2009

Filme de Louis Philippe Onguelé

Paris en 2012, Réel Carter (lider do movimento Hip hop, que é proibido na França desde 2010) sai da prisao alguns meses antes da eleiçao presidencial. Uma jornalista faz uma entrevista com Reél Carter, mas estamos em periodo de censura.

1º ENCONTRO DE DJS

Direção :Negro JC, Montanha - Brasil (SP) - 10', cor, vídeo, 2009

Vídeo histórico e inédito no Brasil, com a participação de vários DJs do cenário hip-hop paulistano, exaltando a resistência do vinil e promovendo um intercâmbio com a DJ espanhola Delise.


PRECONCEITOS, 12´- 2009

Filme de Amine Guedaiem

Um rapaz que adora fazer piadas, principalmente sobre os judeus. Até que um dia ele se apaixona por uma judia, ele sai escondidos dos amigos, com medo das reaçoes. Presença do realizador

O DONO DO CARNAVAL

Direção :Maria de Lourdes Scabini Lezo - Brasil (SP) - 14', cor, vídeo, 2008

Em uma pequena cidade do interior, um homem disputa com as mulheres o direito de desfilar vestido de baiana no carnaval.

AMANHÃ TALVEZ

Direção: Rogério Pixote - Brasil (SP) - 7', cor, vídeo, 2009

Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, tevê, bebida, Talvez amanhã, Manoel.

GENTE MUDA DE MURO EM MURO

Direção :Mario Cezar Rabello, Patrícia Alencar, Tchê Araujo - Brasil (SP) - 26', cor, vídeo, 2009

Um retrato da produção artística do grupo de grafite Gente Muda, que atua na zona sul de São Paulo.


2° Sessão as 19h seguida de debate com os jovens diretores brasileiros e franceses

DEMAIN C'EST LOIN / COMO SERÁ O AMANHA ? - 14’ - 2007

Filme de YANHOUI Eriola

Numa sanduicheria, enquanto comem, jovens contam seus sonhos, desejos, suas visões do futuro. Jogador de futebol, diretor de uma grande empresa...qual será o real futuro desses jovens? Vencedor do Festival Generation Court 2007.

60 ML

Direção: Bruno Bralfperr - Brasil (SP) - 12', cor, vídeo, 2008

A ansiedade os impulsiona, tudo para alcançar o que mais tem a ver com eles. Largaram o videogame e entraram na academia em busca de resultados e de auto-estima.

MON HALL / Meu Hall - 7’ - 2006

Filme de Hassan STRAUSS

Curta vencedor do primeiro festival generation court, que evoca a vida cotidiana de um hall de um prédio numa cité sua historia, seus habitantes, suas anedotas

DIFUSÃO COMUNITÁRIA HELIÓPOLIS

Direção Coletiva - Brasil (SP) - 12', cor, vídeo, 2008

O filme conta a trajetória da rádio comunitária de Heliópolis, uma favela na zona sul da cidade de São Paulo.


AUBER - 12’ - 2008

Filme de Anissa Alali

Justine, Alex e Joe sao três burgueses que vao à um show de rap perto da estação de metro "auber" em Paris, o que eles não sabem é que o motorista do taxi entendeu Aubervilliers.

SONHO

Direção: Márcio Emilio Zago - Brasil (SP) - 5', cor, vídeo, 2008

A sutil diferença entre sonho e realidade na noite de um garoto.

DEBATE e ENCERRAMENTO.

Presença de dois realizadores franceses e Bruno Bralfperr e Montanha representantes brasileiros.